top of page

BLENDED LEARNING NO SÉCULO XXI: Será que tem adesão das escolas públicas?

  • Foto do escritor: amandacassilhas
    amandacassilhas
  • 10 de jun. de 2020
  • 3 min de leitura

Blended Learning

Devido a melhorias no currículo escolar e na tecnologia digital, como modelo de aprendizado, a educação combinada continua ganhando impulso. Embora os especialistas em educação continuem a debater a eficácia do aprendizado híbrido, sua existência os desafiou a reavaliar não apenas o lugar da tecnologia na sala de aula (e fora dela), mas também como alcançar e ensinar os alunos de maneira mais eficaz.


1. Mas o que é isto?

Definição de aprendizagem combinada do dicionário de Oxford:

“um estilo de educação no qual os alunos aprendem via mídia eletrônica e online, bem como o ensino presencial tradicional.”

Definir educação híbrida ou mista é uma tarefa mais complicada do que se possa pensar - as opiniões variam muito sobre o assunto. Os educadores provavelmente discordam sobre muitos defenderem como “pedagogicamente valioso”, mas a essência é clara: a educação híbrida usa a tecnologia on-line para não apenas complementar, mas transformar e melhorar o processo de aprendizado.

Isso não significa que um professor possa simplesmente iniciar uma sala de bate-papo ou enviar vídeos de palestras e dizer que está liderando uma sala de aula híbrida. O aprendizado combinado bem-sucedido ocorre quando a tecnologia e o ensino se informam, ou seja, o material se torna dinâmico quando atinge estudantes de diferentes estilos de aprendizado.

Não entendeu? Se liga.. em outras palavras, as salas de aula híbridas na internet podem alcançar e envolver os alunos de uma maneira verdadeiramente personalizável. Nesse cenário, a educação on-line é um divisor de águas, não apenas um complemento para o status quo. Mas como esse modelo teórico realmente se parece na prática?


2. Realidade das escolas públicas

O cenário hoje é assustador, pois temos profissionais arcaicos, verdadeiros dinossauros tecnológicos!

Enquanto nas escolas particulares, a maioria dos professores que trabalham com salas de aula combinadas, usam alguma versão de um aplicativo do sistema de gerenciamento de cursos para se conectar com os alunos on-line.

O Blackboard e o Moodle são talvez dois dos aplicativos LMS mais conhecidos usados ​​atualmente, mas lentamente estão sendo complementados - ou superados - por conteúdo baseado em nuvem e sistemas de gerenciamento de aprendizado.

Nas escolas públicas, a grande maioria dos docentes limitam-se ao simples fato de repetir o que há no livro. Não uma cobrança do aluno para que este crie um senso crítico, mas sim, uma punição para aqueles que são um ponto fora da curva, ou seja, que almejam debater, discutir, entender o que está sendo passado e como aquele conhecimento irá contribuir para evolução dele na vida cotidiana.


3. Conclusão

É preciso ter professores estimulados, interessados e que fazem o que fazem por amor! Sim, pois então, teremos profissionais empenhados em entender o perfil de cada aluno e ministrando uma disciplina pensando justamente na curva de aprendizado de cada um. Automaticamente, encontrará meios para engajá-los, pois a aula não será mais monótona (chata!), sem falar nos critérios de avaliação, onde haverá equidade na forma ter os feedback do conhecimento adquirido do aluno.


Por fim, deixo 12 dos modelos mais comuns de aprendizagem combinada:

  • Aprendizado Combinado de Rotação de Estação

  • Aprendizado Combinado com Rotação em Laboratório

  • Aprendizado Remoto Combinado

  • Flex Blended Learning

  • A aprendizagem combinada da “sala de aula invertida”

  • Aprendizado Misto de Rotação Individual

  • Aprendizado Combinado Baseado em Projeto

  • Aprendizagem Combinada Autodirigida

  • Aprendizagem combinada de dentro para fora

  • Aprendizagem Combinada Externa

  • Aprendizagem Combinada Suplementar

  • Aprendizagem Combinada Baseada no Domínio

Bruno Bom Alves Nunes é Engenheiro Químico pela Faculdade do Centro Leste - UCL. Especialista em Engenharia de Produção pelo Centro Universitário Internacional - UNINTER. Especializando em Higiene Ocupacional pela Faculdade Venda Nova do Imigrante - FAVENI. Especializando em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Faculdade Cândido Mendes - FACAM. Estudante deMaster of Science in Emergent Technologies in Educationpela Must University.

 
 
 

Comentários


bottom of page